Conceito

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GSP - Gestão de saúde populacional

Os avanços tecnológicos na medicina, as descobertas da farmacologia e a democratização do acesso à informação estão a contribuir com o aumento da expectativa de vida da população. Por esse motivo, instituições envolvidas com saúde, assim com as empresas do setor, estão diante de desafios, que trazem alguns questionamentos aos gestores de saúde.

Processo de Gestão da Saúde Populacional - GSP

A Gestão de Saúde Populacional possui todas as virtudes e estratégias capazes de vencer esses desafios.

A GSP é a linha norteadora que auxilia na análise do impacto das determinantes de saúde e conhecimento do risco de uma população, visando definir ações por meio das práticas mais adequadas e medir resultados com base em indicadores populacionais. Dessa forma, a GSP integra e coordena os componentes (fornecedores) da gestão de saúde populacional, respeitando a cultura e o ambiente nos quais a população está inserida.

Quem são os principais fornecedores dessa cadeia?

  • Empresas que valorizam a saúde;
  • Empresas de Assistência médica;
  • Empresas de wellness (promoção da saúde);
  • PBM e Indústria Farmacêutica;
  • Empresas de educação e conteúdo para saúde;
  • Medicina ocupacional.
  • Empresas de gerenciamento de saúde pessoal;

Visão populacional, atenção individual

Empresas privadas, operadoras de planos de saúde, indústrias farmacêuticas, empresas de tecnologia e equipamentos, governo, prestadores de serviços, médicos e profissionais da saúde precisam promover uma grande aliança, criando e disseminando soluções inovadoras, inteligentes e integradas que deixem de focar apenas no indivíduo, ampliando a visão para um raio mais amplo da saúde da população, gerando informação, conhecimento, resultado e evolução.

Identificando o Problema

    • Sistema de saúde atual predominantemente focado na doença, e não na saúde.
    • Carência de ações práticas e de conteúdo teórico sobre promoção da saúde e prevenção de doença.
    • Falta de um fórum de discussão voltado à consolidação das melhores práticas de gestão da saúde.
    • Necessidade de aperfeiçoamento dos indicadores de saúde para oferecer uma mensuração ainda mais confiável e isenta.
    • Comunicação falha com a sociedade em relação aos resultados e aos benefícios da GSP.
    • Realização de ações, por parte de empresas, de forma isolada, com pouca integração.
    • Sentimento de dúvida quanto ao retorno dos investimentos em promoção da saúde e prevenção de doenças e seus reflexos na redução dos gastos.
    • Ausência de ações padronizadas e de métricas predefinidas.